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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Kit Kat sabor Andoid!

É um pássaro? Um avião? Não! É um robozinho Android de Kit Kat!

Acredito que entre idas e vindas você já provou um Kit Kat (ou surrupiou uma barrinha de algum amigo). Sim, o delicioso chocolate e suas várias versões (Chunky, Hazelnut, Peanut Butter e White) já seria digno de indicação mas talvez não seja grande novidade. No entanto, além de se acabar no doce, você tem um grande motivo para degustar o chocolate da Nestlé.


As (deliciosas) versões de Kit Kat

A indicação de hoje é a edição limitada do Kit Kat que será lançada em 19 países em comemoração ao lançamento da nova versão do sistema operacional Android. Brasil, Estados Unidos, Japão, Reino Unido, Índia e Rússia são alguns dos locais que receberão o chocolate. Aí, surge a pergunta: qual a diferença dessa edição especial?

Já tem até anúncio do Kit Kat parodiando os anúncios de produtos de teconologia


O chocolate em si será o mesmo de sempre mas as 50 milhões de barras que fazem parte da ação em parceria do Google (desenvolvedora do sistema) e a Nestlé terão o robô mascote do Android aparece comendo um chocolate. Além disso, será possível encontrar vales em algumas embalagens valendo créditos para a loja Google Play e para tablets Nexus 7. Ou seja, uma ótima desculpa para sair da dieta.

Mas o que tem a ver Kit Kat com Android?
Desde 2009, quando o Google criou a Open Handset Alliance, todas as versões do Android ganham nomes de sobremesas, seguindo a ordem alfabética. Até então, foram: Cupcake, Donut, Eclair (espécie de bomba de chocolate), Froyo (abreviação de frozen yogurt), Gingerbread (pão de alho), Honeycomb (favo de mel), Ice Cream Sandwich (biscoite de sorvete) and Jelly Bean (bala de goma).
Fonte: Portal Terra

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Aurelius - EU INDICO!

Nem tudo que é bom necessariamente dá trabalho para fazer e hoje é dia de uma receita de drink que provavelmente deve ser a mais fácil do mundo. No entanto, o sabores, cores e até etnias podem ser combinadas de forma criativa e surpreendente, oferecendo uma viagem ao mundo e à história com um gole.

O sake, bebida tradicional do Japão, é feita à base de arroz

Assim, hoje é dia de conhecer o Aurelius, mistura de sake com vinho do Porto. A receita, como já dito, é fácil: mistura-se um cálice do vinho (a sugestão é o Sandeman Tawny) a um cálice do sake bem gelado (a sugestão é o Onna Nakasse) de forma gentil e devagar para que os dois líquidos se encontrem de forma harmoniosa em uma taça de vinho de cristal. Feito isso, é só degustar.

O Aurelius leva apenas dois ingredientes, assim é importante a qualidade dos mesmos


Um pouco de história: 

Pouco depois do arquipélago japonês desprender totalmente do continente asiático, os ainus, primeiro habitante do Japão,  começaram a preparar uma bebida graças ao surgimento de jarras de barro. Ali depositavam uma fruta chamada Yama Budou, com a casca e sementes, e armazenavam o alimento. Só que não sabiam, que os frutos fermentavam com a ação do tempo e viram que se transformavam em uma bebida.

BUDOU em japonês, significa uva. Portanto a primeira bebida nascida no país do sol nascente, foi o Vinho. E também logo quando surgiu os primeiros sakes feito de arroz, não era uma bebida, mas sim um remédio. Acreditavam que o poder divino, acalmavam os enfermos durante o tratamento. Na verdade funcionavam como um anestésico, pois não sentiam dor e dava uma sonolência. Hoje chamamos de embriaguez. - fonte: Adega do Sake



Em 1386, o Tratado de Windsor tinha estabelecido uma estreita aliança política, militar e comercial entre a Inglaterra e Portugal. Sob os termos do tratado, cada país concedeu aos comerciantes do outro país o direito a residir no seu território e a comercializar em condições de igualdade com os seus próprios súbditos. Desenvolveram-se relações comerciais fortes e dinâmicas entre os dois países e muitos comerciantes ingleses estabeleceram-se em Portugal. Na segunda metade do século XV uma quantidade significativa de vinho português era exportada para a Inglaterra, muitas vezes em troca do famoso bacalhau.
O tratado comercial anglo-português de 1654 criou novas oportunidades para os comerciantes ingleses e escoceses que viviam em Portugal, permitindo-lhes privilégios especiais e direitos aduaneiros preferenciais. Naquela época, o centro do comércio do vinho não foi o Porto, como mais tarde se tornou, mas a elegante cidade costeira do norte, Viana do Castelo, cuja situação no amplo estuário do rio Lima a tornou num porto seguro natural. Os comerciantes importaram mercadorias, tais como lã e tecidos de algodão da Inglaterra e exportaram cereais, fruta, azeite e o que era conhecido como "red Portugal”, ou "tinto de Portugal", esse vinho leve e ácido produzido nas proximidades na região verdejante do Minho, particularmente nos arredores das cidades de Melgaço e Monção.